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terça-feira, 3 de maio de 2011

Comércio exterior, IPI, PIS/PASEP e COFINS, trabalhista, obrigações tributárias federais, CIDE royalties e IRRF - Consórcios, órgãos públicos, fabricantes e importadores de cigarrilhas - Alterações




A Lei nº 12.402 de 2011, resultado da conversão da Medida Provisória nº 510 de 2010, tratou de importantes questões tributárias. Veja a seguir as principais alterações.



Consórcio



A referida Lei dispôs que as empresas integrantes de consórcio constituído nos termos do disposto nos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404 de 1976, respondem pelos tributos federais devidos, em relação às operações praticadas pelo consórcio, na proporção de sua participação no empreendimento. Ademais, estipulou que o consórcio que realizar a contratação, em nome próprio, de pessoas jurídicas e físicas, com ou sem vínculo empregatício, poderá efetuar a retenção de tributos federais e o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, ficando as empresas consorciadas solidariamente responsáveis. Esta disposição abrange o recolhimento das contribuições patronais, inclusive sobre a remuneração dos trabalhadores avulsos, e das contribuições destinadas a outras entidades e fundos.



CIDE e IRRF



Por meio de alteração da Lei nº 10.168 de 2000, foi determinada a não incidência da CIDE royalties quando o contratante for órgão ou entidade da administração direta, autárquica e fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e o contratado for instituição de ensino ou pesquisa situada no exterior, para o oferecimento de curso ou atividade de treinamento ou qualificação profissional a servidores civis ou militares do respectivo ente estatal, órgão ou entidade.

Também foi incluído dispositivo determinando que o imposto sobre a renda na fonte não incidirá sobre as importâncias pagas, creditadas, entregues, empregadas ou remetidas ao exterior pelas entidades acima mencionadas, em razão de despesas contratuais com instituições de ensino e pesquisa relacionados à participação em cursos ou atividades de treinamento ou qualificação profissional de servidores.

As alterações relativas à CIDE e ao IRRF produzem efeitos a partir de 1º de janeiro de 2011.



Comércio Exterior, IPI, PIS/PASEP e COFINS - Fabricantes e importadores de cigarros e cigarrilhas, exportações de cigarros - Obrigações específicas e registro especial - Alterações



Relativamente aos fabricantes e importadores de cigarrilhas, a Lei nº 12.402 determinou: a) a sujeição à inscrição no registro especial de que trata a Decreto Lei nº 1.593/1977; b) a instalação de equipamentos contadores de produção, bem como de aparelhos para o controle, registro, gravação e transmissão dos quantitativos, que havia sido determinado no artigo 27 da Lei nº 11.488/2007 apenas em relação aos cigarros; c) a sujeição à apuração e ao pagamento do IPI segundo as mesmas normas aplicáveis aos cigarros.

A Lei nº 12.402 ainda atribuiu às cigarrilhas as mesmas regras de substituição tributária de PIS/PASEP e COFINS aplicáveis aos cigarros, a partir de 1º de setembro de 2011.

Também foi alterado o Decreto-Lei nº 1.593/1977, para dispor que os cigarros destinados à exportação não poderão ser vendidos nem expostos à venda no País e deverão ser marcados, nas embalagens de cada maço ou carteira, com códigos que possibilitem identificar sua legítima origem e reprimir a introdução clandestina destes produtos no território nacional. Há previsão para dispensa de tal marcação, de acordo com requisitos estabelecidos na lei. Nestes casos, a exportação dos cigarros será autorizada pela SRF e isenta do Imposto de Exportação.

No que se refere aos cigarros importados, foi alterada a Lei nº 9.532/1997, para determinar que deverá constar, no requerimento para fornecimento de selos de controle de cigarros feito pelo importador, o preço de venda a varejo pelo qual será feita a comercialização no Brasil; e que deverá ser observado, no momento do desembaraço aduaneiro, se as vintenas importadas correspondem à marca comercial divulgada e se estão devidamente seladas.

Por fim, foram revogados: a) os §§ 1º e 2º do art. 48 da Lei nº 9.532/1997, que tratavam sobre o preço FOB de importação a ser informado no requerimento para o fornecimento dos selos de controle de cigarros; b) o § 3º do art. 49 da Lei nº 9.532/1997 que tratava de impressão de selos para cigarros; c) o inciso II do art. 6º-A e o art. 11 do Decreto-Lei nº 1.593/1977 que tratavam sobre a indicação do teor de alcatrão na embalagem de cigarros e sobre declaração específica destinada a importadores de cigarros.



Para mais informações, veja a Lei nº 12.402 de 2011 na íntegra.



Equipe FISCOSoft

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sobrenome e repercussões jurídicas

Bonito hein....!?

Notícias STF Imprimir Sexta-feira, 29 de abril de 2011

Auditor fiscal acusado de crime contra a ordem tributária quer suspender julgamento

Um auditor fiscal da Receita Federal do Brasil recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de Habeas Corpus (HC 108147), com pedido de liminar, para tentar suspender o julgamento de processo criminal por entender que são ilícitas interceptações telefônicas constantes nos autos.

O HC foi impetrado contra decisão da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que considerou lícitas as provas provenientes da interceptação telefônica. Porém, o acusado sustenta que tais escutas seriam ilegais, e que “dos 240 dias de interceptação não houve qualquer transcrição dos trechos escutados”. Afirma ainda que o que houve foram relatórios da Polícia Federal com interpretações supostamente “distorcidas”.

De acordo com o HC, o auditor responde a ação penal por crime funcional contra a ordem tributária (artigo 3º, inciso II, da Lei 8.137/90), violação do sigilo funcional (artigo 325, parágrafo 1º, inciso II, do Código Penal) e prevaricação (artigo 319, do Código Penal).


Ele alega que o Ministério Público Federal (MPF), em Ponta Grossa (PR), recebeu uma carta anônima informando que o fiscal que deveria multar determinada empresa "acertou de fazer um documento de alto valor que eles anulariam na Justiça” e, com esse suposto acordo, a empresa ainda receberia dinheiro de volta. “O fiscal se encarregou de arrumar os advogados que defenderiam a empresa e combinou o acerto em dinheiro”, acrescentava ainda a carta.

O auditor sustenta no HC que corre o risco de ir a julgamento e que a sentença a ser proferida baseia-se em provas obtidas a partir das interceptações telefônicas.

Por essas razões, pede liminar para suspender o julgamento do processo-crime junto ao Juízo da 1ª Vara Federal de Ponta Grossa, e impedir a utilização das provas obtidas a partir das interceptações telefônicas em qualquer outro processo, quer seja judicial ou administrativo.

No mérito, pede que o Supremo decrete a ilicitude desses meios de prova, em razão da suposta ilegalidade das autorizações, bem como a nulidade das decisões judiciais que as decretaram, além de determinar a exclusão dos autos da ação penal de todos os documentos e mídias relativos a essas interceptações telefônicas e de mensagens eletrônicas.

A relatora do HC é a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

KK/AD



Protocolo Maldito

MS também adere ao “Protocolo Maldito”

O Estado do Mato Grosso do Sul aderiu, através do Protocolo ICMS 30/2011 (DOU de 25.04.2011), ao “Protocolo Maldito” – Protocolo ICMS 21/2011, chamado assim porque onera duplamente as vendas não presenciais para os Estados que aderiram ao mesmo.



A dupla incidência do ICMS ocorrerá a partir de 01.05.2011:



1. Deverá ser recolhido, a favor da unidade federada de destino da mercadoria ou bem, a parcela do ICMS – devida na operação interestadual em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de internet, telemarketing ou showroom;



2. O ICMS devido à unidade federada de origem da mercadoria ou bem, relativo à obrigação própria do remetente, é calculado com a utilização da alíquota interestadual.



O absurdo do Protocolo 21/2011 é que a exigência do imposto pela unidade federada destinatária da mercadoria ou bem, aplica-se, inclusive, nas operações procedentes de unidades da Federação não signatárias deste protocolo. Ou seja, impõe sobre os contribuintes de Estados não aderentes (como SP, PR, RJ, MG, SC e RS) um duplo ônus tributário. Pois estes Estados, com certeza, não permitirão a aplicação da alíquota interestadual (mais baixa) para operações de venda direta ao consumidor, multando as empresas que praticarem tal alíquota.



Só restará às empresas prejudicadas entrarem com mandado de segurança, visando afastar a legalidade do “Protocolo Maldito” ou então, simplesmente, repassar ao consumidor o ônus tributário, perdendo vendas e clientes. De novo, o Estado interferindo na vida privada, desrespeitando leis e a Constituição, onerando os contribuintes, forçando o aumento de preços e entupindo o judiciário de demandas absurdas e injustificáveis

Fonte: http://guiatributario.wordpress.com/2011/04/27/ms-tambem-adere-ao-protocolo-maldito/

sexta-feira, 29 de abril de 2011

QUESTÕES ENADE - DIREITO TRIBUTÁRIO


QUESTÕES ENADE 2011





1 - “Os elementos que o Estado deve ter em mente ao determinar o valor da taxa a ser cobrada do contribuinte (...) devem resultar da intensidade e extensão da atividade estatal, porém nunca de uma qualidade inerente ao interessado ou ao objeto sobre o qual o tributo recai.” ATALIBA, Geraldo. Hipótese de Incidência Tributária. Ed. Leud. Com base no texto, é CORRETO afirmar que

a) a taxa não se submete ao princípio do não confisco, sendo ilimitada a atuação estatal em prol do cidadão.
b) o princípio da capacidade contributiva impede a cobrança da taxa quando esta atinge o mínimo existencial.
c) a taxa pode estar graduada com a capacidade contributiva dos sujeitos.
d) a cobrança da taxa não se vincula ao princípio de justiça fiscal, visto que todos pagam o mesmo pelo serviço.
e) a arrecadação da taxa está vinculada às necessidades financeiras do Estado, ou seja, à sua necessidade de caixa.


2 - Entidade beneficente de assistência social, sem fins lucrativos, e que preencha os requisitos para a fruição de imunidade tributária está sujeita:

a) Às taxas, contribuições de melhoria e à contribuição de seguridade social.
b) Aos impostos sobre o patrimônio, às taxas e à contribuição social.
c) As taxas e à contribuição de melhoria.
d) As taxas e à contribuição de seguridade social.
e) A contribuição de melhoria e à de seguridade social.

3 - Assinale a opção correta:
a) A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável por sucessão pelos tributos cujos fatos geradores ocorreram a partir da data do ato, e as pessoas jurídicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas, são responsáveis e exclusivas pelos tributos devidos até essa data
b) Na liquidação de uma sociedade em nome coletivo, há responsabilidade dos sócios gerentes pelas dívidas relativas a seus atos, mas esta é limitada à proporção de sua participação no capital social
c) A responsabilidade do agente, por infrações, depende da existência do elemento subjetivo “dolo ou culpa”, salvo disposição de lei contrário
d) Segundo decorre do CTN, a lei não pode atribuir de modo implícito a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, nem a quem seja desvinculado do fato gerador da respectiva obrigação
e) O dispositivo na seção de responsabilidade dos sucessores, no CTN, restringe-se aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição à data dos atos nela referidos, não se aplicando aos constituídos posteriormente aos mesmos atos, ainda que relativos a obrigações tributárias surgidas até a referida data

4 - Os princípios constitucionais tributários visam, precipuamente, limitar o poder dos entes tributantes. Eventuais exceções a tais princípios são previstas pela própria Constituição. Relativamente aos princípios informativos da tributação estabelecidos expressamente pela Constituição, julgue os itens abaixo:
a) O Poder Executivo dispõe da faculdade de alterar as alíquotas e as bases de cálculo dos impostos de importação, de exportação, sobre produtos industrializados e sobre operações de crédito, câmbio e seguros, ou relativos a títulos e valores mobiliários
b) Em face do princípio da irretroatividade da lei tributária, a lei não poderá incidir sobre o fato pretérito, quando tenha instituído ou aumentado o tributo, bem como quando tenha reduzido ou dispensado o pagamento de tributo
c) Não estão sujeitos ao princípio da anterioridade da lei tributária os impostos de importação e de exportação, sobre produtos industrializados e sobre operações de crédito, câmbio, seguro e operações com títulos e valores mobiliários, assim como os empréstimos compulsórios e as contribuições sociais
d) Os impostos reais assim como os pessoais, devem ser informados pelo princípio da capacidade contributiva
e) De acordo com o princípio da liberdade de tráfego, é vedada a instituição de tributos que acarretem em limitação ao tráfego interestadual ou intermunicipal de pessoas ou de bens, restando excluído de tal princípio o tráfego internacional

5 - Nos Estados federais, afigura-se como um dos principais e mais complexos problemas o relativo à participação de competências entre as suas entidades autônomas. Acerca da discriminação constitucional de rendas no Brasil, julgue os itens seguintes:
a) A Constituição adota sistema misto de repartição rígida das competências tributárias entre os entes políticos e participação de todos eles no produto de arrecadação alheia
b) Diferentemente da capacidade tributária ativa que é passível de delegação, a competência tributária é absolutamente indelegável
c) Na iminência ou no caso de guerra externa, a União poderá instituir, por meio de medida provisória, impostos pertencentes à competência dos outros entes políticos
d) Somente a União dispõe da denominada competência residual, que consiste na faculdade de instituir tributo cujo titular da competência originária deixou de exercê-la sem razão plausível
e) São de competência comum as taxas e as contribuições de melhorias, considerando que tais tributos são instituíveis por todos os entes políticos, independentemente da competência estatal para o exercício das atividades que constituem os respectivos fatos geradores

6 - Considerando que a Lei n° 8.906/94 determina que OAB, por constituir serviço público, goza de imunidade tributária total em relação a seus bens, rendas e serviços, e que essa mesma lei determina que compete à OAB fica e cobrar de seus inscritos contribuições, preços de serviços e multas, julgue os itens a seguir:
a) Como a CF determina que ninguém poderá ser compelido associar-se ou a permanecer associado a qualquer entidade, será incorreto afirmar que tem caráter tributário a contribuição anual que a OAB cobra de seus inscritos com base na referida lei, pois não se trata de prestação pecuniária compulsória, à medida que ela somente pode ser cobrada de pessoas que espontaneamente decidiram filiar-se à OAB
b) Embora a mencionada lei disponha que a OAB goza de imunidade tributária, é correto afirmar que leis federais não podem criar imunidade tributária e que leis ordinárias federais não podem criar isenção relativamente a tributos estaduais e municipais
c) Se a União decidisse duplicar uma determinada rodovia federal e fosse comprovado que essa obra, se realizada, acarretaria aumento do preço venal dos imóveis localizados às margens para arrecadar o dinheiro necessário para que a obra viesse a ser realizada, sendo que este tributo deveria ser instituído por lei complementar e poderia ter como sujeito passivo titular de direito real de usufruto do imóvel cujo valor venal viesse a sofrer incremento em virtude da realização da obra
d) Considere a seguinte situação hipotética:
Recentemente descobriu-se que a vacina contra hidrofobia canina utilizada no país nos últimos dez anos era ineficiente em relação à nova variedade do vírus da raiva e, para evitar a disseminação da doença, lei federal determinou no dia 14.7.02, todos os donos de cachorros deverão levar seus animais a um posto de vacinação para que seja aplicada uma vacina que os proteja contra o novo vírus. Alem disso, a lei estabeleceu que os proprietários de cachorros deverão pagar R$ 3,50 pela aplicação de cada dose da vacina utilizada em seus animais
Nesse caso, diversamente do deve de levar os cães para serem vacinados, a obrigação de pagar pela aplicação de vacina teria caráter tributário, constituindo uma taxa
e) Ao estabelecer as regras de divisão de competências legislativas entre os entes que compõem a federação, a CF determina que cabe à União a competência legislativa residual, inclusive a competência residual em matéria tributária, pois somente a União é competente para estabelecer impostos não definidos no próprio texto constitucional


7) Devido à crise de energia, a lei federal editada em janeiro de 2002 estabeleceu, pelo prazo de cinco anos, isenção de impostos sobre produtos industrializados (IPI) para as indústrias que se dedicassem à produção de equipamentos que transformassem energias solar e eólica em energia elétrica. . Inspirando-se nessa lei, o Estado de Pernambuco concedeu isenção de ICMS às operações de circulação dos equipamentos abrangidos pela referida lei federal, desde que produzidos em estabelecimentos industriais situados naquele Estado, sendo que foi mantida a tributação de operações de mesma natureza quando os equipamentos forem produzidos para o Estado
Em face dessa situação hipotética e relativamente à obrigação tributária, julgue os itens subseqüentes
a) O estabelecimento da referida isenção do IPI não poderia ter sido feito mediante decreto do Presidente da República
b) Lei federal editada em 2003, que determinasse revogação imediata da referida isenção do IPI seria inválida, porém não seria inconstitucional
c) É inconstitucional a referida isenção do ICMS concedida por Pernambuco
d) Enquanto o direito civil há presunção relativa no sentido de que as dívidas são portáveis (portables), pois cabe ao sujeito passivo da obrigação tributária promover o pagamento no domicílio do credor
e) Se a legislação federal que regula o IPI estabelecesse para alimentos industrializados uma alíquota média de dez por cento e não determinasse incidência do imposto sobre bebidas alcoólicas destinadas à exportação, essa situação violaria a disposição constitucional que determina que a alíquota do IPI deve ser proporcional à essencialidade do produto tributado e, portanto, seria correto qualificar essa situação como uma omissão inconstitucional que poderia ser impugnada mediante ação direta de inconstitucionalidade por omissão, ajuizada perante o STF


8) Takano é proprietário da chácara Nihon, onde reside com sua família e tem uma produção média de hortaliças. Seu imóvel situa-se na área rural do município de Utopia. Acerca dessa Situação hipotética, julgue os itens abaixo:
a) A obrigação tributária relativa ao Imposto Territorial Rural (ITR) incidente sobre a propriedade de chácara Nihon pode ser caracterizada como uma obrigação real, porque o ITR é um imposto real, dado que seu fato gerador é a propriedade de um terreno, que é um direito real
b) Apesar de o ITR ser um tributo federal, cabe à Utopia metade do produto da arrecadação do ITR relativo a imóveis situados no município
c) A legislação tributária estabelece hipoteca legal dos bens imóveis como forma de garantir o pagamento dos créditos tributários que tenham como fato gerador a propriedade desses bens e, portanto, a chácara de Takano pode ser penhorada em processo judicial no qual seja discutido crédito tributário incidente sobre a propriedade desse imóvel
d) Os lençóis freáticos fazem parte do patrimônio dominical da União e, portanto, apenas a União poderia instituir e cobrar de Takano tributo pela utilização da água do lençol freático localizado de sua propriedade, sendo que o tributo estabelecido com esta finalidade teria caráter de taxa, mesmo que instituído mediante lei que o chamasse de imposto
e) Se, devido a mudança da legislação municipal e estadual, a propriedade da chácara Nihon viesse a ser submeter às hipóteses de incidência tanto do ITR como o IPTU, o Estado não poderia exigir de Takano o pagamento de ambos os tributos, pois, nesse caso, apenas de ITR e o IPTU terem diferentes bases de cálculo e serem devidos a entes federados diversos, o ordenamento jurídico brasileiro vedaria a britributação





Gabarito ENADE

GABARITO ENADE 2011

1 B
2 C
3 D
4 FFFVV
5 FVVFF
6 FVFVV
7 VFVFF
8 VVVVV

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